- Políticos e governantes inteligentes, sérios e com princípios
- Fim das doenças mortais
- Abandono do armamento nuclear
- Postos de trabalho em n.º proporcional ao da população activa
- Protecção da infância das crianças
- Educação (superior) ao alcance de todos
- Estabilização das alterações climáticas
- Abolição da pena de morte
- Mais amor e menos sofrimento
- E...prémio do euromilhões (não me importo de o repartir)
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Wish list
Ora aqui vai, com uma ordem aleatória:
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Odeio o Natal
Não posso estar aqui a escolher as palavras ou a usar eufemismos, porque a verdade é que a quadra natalícia me deixa deprimida. Por muitas razões... A 1ª de todas é que desde muito cedo (os meus 12 anos) fui o pomo da discórdia no Natal; os meus pais separaram-se e o Natal passou a ser vivido de maneira angustiante. Tinha que me dividir e sabia que a minha mãe não era apologista dessa divisão. Agora, anos volvidos, o problema é o mesmo mas com proporções maiores. Senão vejamos: o Natal é o jantar de 24 e o almoço de 25, eu tenho 1 mãe e 1 pai separados. A juntar a isso tenho 2 filhas e um companheiro que também quer estar com os seus. Feitas bem as contas, não há refeições que cheguem para que possamos estar com todos. E isso entristece-me.
A seguir, o meu ódio de estimação passa pela "miraculosa" transformação das pessoas. Tudo está em harmonia, é Natal, Jesus nasceu, queremos fazer o bem, e todos os outros lugares comuns... E isso é uma treta porque findo o Natal, lá estão todos a atropelarem-se uns aos outros! A não quererem saber de mais nada senão do seu próprio umbigo.
Por fim, analisando friamente a quadra, tudo se resume a uma palavra: consumismo. Desenfreado. O Natal é sinónimo de presentes e ponto. Não me interpretem mal, eu também acho que se devem dar umas lembranças às crianças. Mas o estado da nação não está propício para despesas supérfluas. A cada dia que passa surgem novos dados que me assustam: por exemplo, o número de sem-abrigos é esmagador e ameaça subir. E quando me dá aquele impulso feminino de fazer compras, relembro essas pessoas que, seja dia, seja noite, não têm um tecto, não têm família, não têm comida.
Por isso, agradeço de coração o melhor presente que poderia ter: a minha vida e tudo o que nela se inclui.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Efeito bola de neve
Não sei muito bem onde me encontro. Uns dias correm bem mas outros são bastante pesados. E, a acrescentar a isso vem o meu temperamento: não sou propriamente aquela pessoa que deita as coisas para trás das costas. Não falo para não piorar o ambiente mas o meu "saco" vai enchendo e enchendo...E a cada dia mau que passa a bola aumenta e não há nada que a faça parar. Creio que está num ponto sem retorno.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Pecado da gula
Ontem resolvi assar umas castanhas, já depois do lanche. Deviam ser umas 17h30m quando começamos a comê-las. Entretanto foi a vez de fazer o jantar e, mais tarde, deu-me a gula e comi duas generosas bolas de gelado. Logo a seguir, por volta das 23h, fui deitar-me. Até aqui tudo bem... Acordo cheia de calores mas fria, com muitas tonturas (a ver tudo a andar à roda) e uma indisposição esquisita que me adormeceu os pés. Eram 3h43m. Ainda consegui ir até à casa de banho mas de nada adiantou. Fiquei sentada na cama à espera que um milagre acontecesse. Achei que ia morrer, que talvez pudesse ter um AVC, eu sei lá. Ainda me passou pela cabeça ligar ao meu pai, mas o que eu queria era mesmo a presença dele à minha cabeceira. Uma coisa é ter os conselhos de um médico, via telefone; outra coisa, bem diferente e que dá mais segurança, é ter o médico à nossa beira. A madrugada passou e o despertador tocou. A muito custo levantei-me e arranjei as meninas. A sensação que tenho é a de que estou com uma terrível ressaca mas sem ter bebido absolutamente nada. Por isso, agora e nos próximos dias não quero saber de comida...só uns cházinhos e bolachas!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Portugal a quanto obrigas
Chega o dia em que temos de agir de acordo com a nossa consciência. Tenho ouvido a minha voz interior e ela diz-me que não posso continuar a lamuriar-me sem agir. Então, a minha acção passará por uma tentativa de percurso: o político. Para iniciar esta via preciso de me filiar num dos dois partidos que partilham a ribalta, ou seja, PS ou PSD. São sempre estes que ocupam o poder numa lógica de rotatividade... PS está fora de questão, por isso, resta-me o PSD. Começo por ir às reuniões do partido, ter voz activa e tentarei partir para outros vôos mais altos. O limite? É o céu...ou a paciência. Mas preciso de dizer o que penso e dar as minhas idéias no sítio certo, onde elas possam surtir efeito.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Simplificar o dia-a-dia
Chamem-me obstinada, louca, whatever mas desde há muitos anos que tenho 1 mania que resulta muito bem. Agora, faço-o também para as minhas meninas; Apesar de me tomar 1 pouco de tempo a fazer, garanto-vos que no final recompensa. Isto cá entre mulheres: quem é que já não "colou" no guarda-fatos, sem saber o que vestir e acabou por se atrasar por causa dessa problemática, mais comum nas mulheres??? Pois é, sabem o que faço: numa folha que colo na porta do guarda-fatos (do lado de dentro, claro), às vezes em 2 (consoante as combinações) coloco as roupas que tenho, combinadas entre si. Numero-as e, por vezes, ainda me dou ao trabalho de colocar lá umas cruzes, de acordo com o nº. de vezes que utilizo aquela toilette.
Assim, quando acordo é só abrir a porta e olhar para a lista, simples!!
domingo, 7 de novembro de 2010
Diário
Ando a amadurecer uma idéia que tenho, é mais um legado para as minhas filhas... Gostaria de lhes dar, quando fossem mais crescidas, uma espécie de diário onde abordo assuntos importantes e onde lhes passo (por escrito) os meus valores. Até já sei o tema da 1ª página: o Amor. Se elas existem, sem dúvida é porque lhes tenho muito amor, logo esse sentimento poderoso é o mais importante.
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