quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ementas

À semelhança da nossa amiga Patrícia, fiz também uma lista.
Isto porque, a maior parte das vezes levo as ementas na memória quando vou às compras mas, assim é bem melhor.
Então aqui vai:

  1. Fusilli com salsichas, chouriço, bacon, cogumelos e regadinho com natas
  2. Arroz de marisco
  3. Lombo de porco com manteiga de alho e ervas aromáticas
  4. Bacalhau com natas
  5. Rojões
  6. Lombos de pescada assada com puré
  7. Bifanas com esparguete
  8. Arroz de polvo com filetes do mesmo
  9. Esparguete à bolonhesa
  10. Argolas de lulas à sevilhana
  11. Almôndegas com arroz de passas e pinhões
  12. Misto tropical (bifanas aos pedaços com miolo de camarão e meio ananás)
  13. Empadas de camarão
  14. Strogonoff de frango com amêndoas
  15. Perú aos cubinhos com molho de mostarda
  16. Frango à brás com bacon
Aqui está uma ementa para todas as refeições da semana e ainda algumas hipóteses extra

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano novo

É dia 1 de Janeiro. O natal já passou, graças a Deus! E o ano novo está a começar...
Para mim, é uma altura mágica porque traz a promessa de dias melhores. Parece estúpido surtir este efeito, afinal de contas é só a passagem do dia 31 de Dezembro para o dia seguinte. Mas é assim que eu inicio o ano, é com o espírito renovado e com muita esperança. Depois, à medida que os dias avançam no calendário e nada de positivo acontece, aí começo a desesperar e a constatar que é tudo o mesmo, o que muda é o ano.
Por isso, deixa eu aproveitar esta fase de "a vida é bela"!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Wish list

Ora aqui vai, com uma ordem aleatória:
  1. Políticos e governantes inteligentes, sérios e com princípios
  2. Fim das doenças mortais
  3. Abandono do armamento nuclear
  4. Postos de trabalho em n.º proporcional ao da população activa
  5. Protecção da infância das crianças
  6. Educação (superior) ao alcance de todos
  7. Estabilização das alterações climáticas
  8. Abolição da pena de morte
  9. Mais amor e menos sofrimento
  10. E...prémio do euromilhões (não me importo de o repartir)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Odeio o Natal

Não posso estar aqui a escolher as palavras ou a usar eufemismos, porque a verdade é que a quadra natalícia me deixa deprimida. Por muitas razões... A 1ª de todas é que desde muito cedo (os meus 12 anos) fui o pomo da discórdia no Natal; os meus pais separaram-se e o Natal passou a ser vivido de maneira angustiante. Tinha que me dividir e sabia que a minha mãe não era apologista dessa divisão. Agora, anos volvidos, o problema é o mesmo mas com proporções maiores. Senão vejamos: o Natal é o jantar de 24 e o almoço de 25, eu tenho 1 mãe e 1 pai separados. A juntar a isso tenho 2 filhas e um companheiro que também quer estar com os seus. Feitas bem as contas, não há refeições que cheguem para que possamos estar com todos. E isso entristece-me.
A seguir, o meu ódio de estimação passa pela "miraculosa" transformação das pessoas. Tudo está em harmonia, é Natal, Jesus nasceu, queremos fazer o bem, e todos os outros lugares comuns... E isso é uma treta porque findo o Natal, lá estão todos a atropelarem-se uns aos outros! A não quererem saber de mais nada senão do seu próprio umbigo.
Por fim, analisando friamente a quadra, tudo se resume a uma palavra: consumismo. Desenfreado. O Natal é sinónimo de presentes e ponto. Não me interpretem mal, eu também acho que se devem dar umas lembranças às crianças. Mas o estado da nação não está propício para despesas supérfluas. A cada dia que passa surgem novos dados que me assustam: por exemplo, o número de sem-abrigos é esmagador e ameaça subir. E quando me dá aquele impulso feminino de fazer compras, relembro essas pessoas que, seja dia, seja noite, não têm um tecto, não têm família, não têm comida.
Por isso, agradeço de coração o melhor presente que poderia ter: a minha vida e tudo o que nela se inclui.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Efeito bola de neve

Não sei muito bem onde me encontro. Uns dias correm bem mas outros são bastante pesados. E, a acrescentar a isso vem o meu temperamento: não sou propriamente aquela pessoa que deita as coisas para trás das costas. Não falo para não piorar o ambiente mas o meu "saco" vai enchendo e enchendo...E a cada dia mau que passa a bola aumenta e não há nada que a faça parar. Creio que está num ponto sem retorno.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pecado da gula

Ontem resolvi assar umas castanhas, já depois do lanche. Deviam ser umas 17h30m quando começamos a comê-las. Entretanto foi a vez de fazer o jantar e, mais tarde, deu-me a gula e comi duas generosas bolas de gelado. Logo a seguir, por volta das 23h, fui deitar-me. Até aqui tudo bem... Acordo cheia de calores mas fria, com muitas tonturas (a ver tudo a andar à roda) e uma indisposição esquisita que me adormeceu os pés. Eram 3h43m. Ainda consegui ir até à casa de banho mas de nada adiantou. Fiquei sentada na cama à espera que um milagre acontecesse. Achei que ia morrer, que talvez pudesse ter um AVC, eu sei lá. Ainda me passou pela cabeça ligar ao meu pai, mas o que eu queria era mesmo a presença dele à minha cabeceira. Uma coisa é ter os conselhos de um médico, via telefone; outra coisa, bem diferente e que dá mais segurança, é ter o médico à nossa beira. A madrugada passou e o despertador tocou. A muito custo levantei-me e arranjei as meninas. A sensação que tenho é a de que estou com uma terrível ressaca mas sem ter bebido absolutamente nada. Por isso, agora e nos próximos dias não quero saber de comida...só uns cházinhos e bolachas!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Portugal a quanto obrigas

Chega o dia em que temos de agir de acordo com a nossa consciência. Tenho ouvido a minha voz interior e ela diz-me que não posso continuar a lamuriar-me sem agir. Então, a minha acção passará por uma tentativa de percurso: o político. Para iniciar esta via preciso de me filiar num dos dois partidos que partilham a ribalta, ou seja, PS ou PSD. São sempre estes que ocupam o poder numa lógica de rotatividade... PS está fora de questão, por isso, resta-me o PSD. Começo por ir às reuniões do partido, ter voz activa e tentarei partir para outros vôos mais altos. O limite? É o céu...ou a paciência. Mas preciso de dizer o que penso e dar as minhas idéias no sítio certo, onde elas possam surtir efeito.