quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Simplesmente confusa

A vida devia ter um manual de instruções. Agora eu estou aqui, com a cabeça a andar à roda e sem saber o que fazer, perdi o meu Norte.
Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas. É como se já não soubesse o que antes seria inquestionável para mim.
Coisas há que são sagradas e quando há uma violação das mesmas, tudo desaba. Depois vem a reconstrução mas isso não é nenhuma garantia de que tudo volte a ser o que era.
Creio que tinha uma fantasia, ou melhor, uma visão de como a minha vida seria. A verdade é que, na realidade, ela  afastou-se em demasia dessa linha. 
Agora resta-me viver com o que tenho e tentar fazê-lo da melhor maneira possível (sem ter a certeza de que a minha opção é a melhor).

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

The End

Era assim que os filmes do antigamente acabavam...
Hoje será o último dia de trabalho na Cruz Vermelha e depois...fim, e o resto, não se sabe. Só que isto não é um filme, ou a ser, é da vida real.
Acredito, ou tento acreditar, que é só mais um capítulo e outros, melhores, virão.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A vida é uma montanha russa

Não tenho tido muita vontade para escrever... Estou em negação e em pânico, outra vez.
Parece que nunca nada é certo! Quando a vida se está a endireitar, eis que vem uma notícia destas e a coisa entorta-se, e de que maneira.
Agora, em vez de 1 a procurar emprego, somos 2.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Doçaria

E pronto! Podia-me dar para pior... Agora ando com uma vontade imensa de fazer doces. Para ajudar está o resto da família que aplaude e come os bolinhos, gelados, tartes and so on. 
Fiz quadrados fofos há poucos dias e o último foi ontem, o bolo de leite condensado (que eu adoro).

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sanguessugas

Ao pensar nesta espécie, ocorrem-me logo dois tipos: as sanguessugas animais e as sanguessugas humanas. Não me preocupo muito com as primeiras, sei como lidar com elas, são parasitas que se alimentam do nosso sangue. Casos há, em que podem mesmo ser terapêuticas, para alguns tipos de doenças.
O que me transtorna são as da tipologia humana. Podem viver e sobreviver de variadas outras maneiras, querendo com isto dizer que têm escolha, mas preferem encostar-se a alguém, sugando tudo, vorazmente. Afinal sempre é mais fácil estar de barriga para o ar, sem fazer nada e ter tudo a cair do céu. Desde cama, comida a roupa lavada, passando até por vícios. Têm tudo pago. Não se importam com nada e só têm em mente um único propósito: esgotar a vítima, deixá-la sem nada, sugar tudo, sem dó nem piedade. E, quando atingirem o seu objectivo, largam aquela pessoa e partem para outra vítima.
Infelizmente conheço algumas e ainda não há soluções para esta praga...Mas, apesar disso, o 1º passo tem que ser dado pela vítima. Depende só dela acabar com esse calvário.
Deixo-vos com exemplos das duas espécies...

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Repulsa

Este é o sentimento que me invade.
E desprezo; desprezo pelo nosso ordenamento jurídico. Na faculdade aprendemos a teoria, no entanto, a realidade suplanta-a.
O que dizer de um pai que rouba a sua filha? Que não se preocupa com a sua subsistência, uma vez que deixa de pagar quando quer e bem lhe apetece, a pensão de alimentos; Que já deve €1500 mas aposto que se pavoneia com o que de último grito existe (telemóveis, sapatilhas "xpto", p.ex.); Que dá a sua morada para a Direcção Geral de Contribuições e Impostos, bem como, para a Segurança Social mas, quando vai ser notificado pelo tribunal para pagar o que deve, pede para dizerem que aquela não é a sua morada...
O Direito deveria ter normas jurídicas com uma malha bem mais apertada para estes chicos-espertos.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Anjinhos precoces

Não consigo esquecer o vídeo que ontem vi, de uma menina, Brianna Lopez que faleceu com apenas meses de vida (vítima de maus tratos).
Juntei-me a esta causa no papel, virtualmente falando, porque já a defendo há bastante tempo. Fiquei enjoada, triste e enojada com o que ia lendo e vendo. Não consigo perceber o que dá na cabeça dos perpetradores para cometerem semelhante atrocidade. São bebés ou crianças!! Não haverá criaturas mais doces e mais ingénuas que estas. Gostava de poder salvá-las a todas mas sei que isso é uma utopia e eu não sou a super-mulher. Mas garanto que, o que estiver ao meu alcance para as proteger, fá-lo-ei com toda a minha garra. A violência doméstica e os maus tratos são um crime público: significa isto que qualquer um de nós pode denunciar, pode fazer queixa. Não tem que ser só a vítima, ou o seu representante - no caso de ser menor - pode ser qualquer pessoa, basta termos conhecimento da situação de abuso. Então, vamos estar atentos e tentar proteger ao máximo estes anjinhos que não se podem defender e que merecem o melhor do mundo: muito amor, atenção, cuidados, carinho e uma dose de paciência.
http://media.causes.com/825087?m=3b6fdf99&s=cause