quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Guloseimas

Por vezes, falta qualquer coisa...
Um docinho vinha mesmo a calhar! Para quem é gulosa(o) como eu há 2 sobremesas muito boas, uma do Continente que, também pode ser encontrada no Pingo Doce e outra do Intermarché. São crepes de chocolate e profiteroles. Os crepes vão 2m ao microondas e estão prontos! Costumo, quando tenho, acrescentar algo, tal como: fruta cortada aos pedaços (banana e morangos ligam lindamente) e, ainda, chantily. Os profiteroles são deliciosos: pensei que o creme era meio "manhoso" mas sabe mesmo bem, a natas. É só descongelar durante 30m, ao ar, pois não pode ir ao microondas e aquecer em banho-maria o chocolate que vem em embalagens de plástico.
Simplesmente divinal!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Não posso deixar de partilhar algumas dicas relativamente à poupança.
Muitas vezes, apesar de ter muitas camas aqui em casa, desejei ter um colchão bom, da ITEX, para poder receber mais pessoas aqui. Na minha última ida ao supermercado, vi lá o dito colchão, com as medidas que eu pretendo, bomba eléctrica embutida, etc, etc. Preço: € 80,00. 
Se forem até ao site www.amazon.co.uk e fizerem lá o vosso registo, encontram o mesmíssimo colchão, a £ 34, 90, ou seja, em euros, 39. Vale bem a pena pesquisar em sites de compras online  mas há mais:
  • www.spartoo.pt
  • www.bit-tiendas.com                                     
Sempre que vou ao amazon, consigo encomendar algo por muito menos do que pagaria aqui. Por isso, aqui fica o conselho, mas tem de ser no do Reino Unido pois o dos Estados Unidos não envia para Portugal.
Quanto aos outros: um é português e o outro é espanhol.
Boas compras e melhores poupanças!

sábado, 19 de janeiro de 2013

A semente do Diabo

Dúvidas...quem não as tem!
É um estado de espírito ou sentimento caracterizado pela ausência de convicção, em oposição directa à fé e ao saber. Ela é a incerteza ou desconfiança em relação a uma idéia.
Citando William Shakespeare:
"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar". Mas, se por um lado, a dúvida é apenas um receio calculado por um adulto para não cometer nenhum erro, outro lado há, bem mais obscuro.
Na verdade, em terminologia jurídica, diz-se e defende-se "in dubio pro reo", ou seja, em caso de dúvida, favorece-se o arguido mas, na vida real, quotidiana, a dúvida, em nada favorece.
O que começa por ser uma impressão, depressa se instala e comanda a nossa mente. E, de repente, já não há credibilidade porque a dúvida consumiu-nos totalmente, como um veneno que ataca o nosso sistema.
Mas uma coisa é certa, para o bem ou para o mal, a dúvida é a ante-sala do conhecimento.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Profissões e profissionalismo

À medida que o tempo vai passando, eu vou pedindo, com mais afinco, para não ficar semelhante a alguns colegas.
Custa-me pensar na profissão como um meio para atingir um fim, neste caso, fazer dinheiro. Lógico que, qualquer profissão tem isso subjacente, e, ainda bem, porque não trabalhamos pro bono. Eu encaro a profissão com paixão e, felizmente, conheço outras pessoas que são assim. 
Na minha óptica, devemos ver o problema do cliente como se tratasse de um nosso. Estudar com o mesmo empenho e sermos profissionais. Lutar pelos interesses dos nossos representados. Somos "gladiadores de fato"!
Ao sermos profissionais, devemos pôr o cliente sempre a par dos acontecimentos mas, ao invés, são os clientes que, muitas vezes, andam atrás dos seus advogados. A tentarem saber como vai o assunto confiado e outras coisas mais. Por vezes, até dão dicas sobre a hipotética resolução.
São os clientes o nosso ganha pão por isso devemos-lhes respeito e, acima de tudo, profissionalismo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

"Quem não sente, não é filho de boa gente!"
Devo acrescentar que, quem não gosta de animais nem de crianças, não é boa gente, de certeza.
Vejo pessoas que mais parecem robots, que se incomodam ao ouvir as risadas de crianças. Por certo, esquecem-se que, um dia, também já foram crianças. Não entendo, da mesma forma que, também me custa a compreender que haja pessoas que não sintam vontade de afagar um gatinho ou um cão, quando passam por eles.
E ambos são tão necessários e fazem tão bem aos adultos!

 

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A irresponsabilidade personificada

Por onde começar?

Ser pai não é apenas gerar vidas.
Ser pai é muito mais, é estar ali, presente, marcando todos os momentos e contribuindo para a alegria da família.

Ser pai é participar, regando com carinho, amor e atenção, o fruto novo que necessita de cuidados para que se possa desenvolver e crescer saudável.

Ser pai é acompanhar todos os passos do filho, oferecendo, além de carinho e amor, segurança, bem-estar, educação e lazer. 

Ser pai é ser amigo, companheiro, compreensivo e confidente, é saber ouvir com o coração aberto. É estender a mão, não só na alegria, mas, principalmente nas adversidades.

Ser pai é carregar o filho no colo, brincar, correr, saltar. É encher de alegria o pequenino ser. É também corrigir, sem, contudo, ofender a integridade física, fazendo com que o filho aprenda a ter respeito e não medo. 


No entanto, este pai, somente gerou uma vida, nunca esteve presente e tão-pouco contribuiu para a harmonia familiar. Até os seus deveres apenas são cumpridos porque é coagido a fazê-lo. Já furtou a própria filha e continua a prejudicá-la ao fazer seus montantes que são para ela. Agora, a acrescentar à pensão de alimentos retém também abonos de família.

Mas tudo tem um preço... E esta pessoa que dá valor às coisas erradas, vai, no futuro, encontrar-se muito perdido e, quase aposto, sozinho e sem saúde.

 

sábado, 22 de setembro de 2012

Portugal, a quanto custo?


Estamos a viver uma época de múltiplas crises... Não é somente a crise económica; esta deu origem a várias outras, nomeadamente, crises relativas à orientação religiosa, crises familiares, crises sociais, até mesmo, crises de identidade.
Os anteriores governantes deixaram o país a saque, não desempenharam cabalmente as suas funções, não representaram os interesses do povo português e, o resultado está à vista.
O buraco é cada vez maior e, para se remendar de um lado, rebenta-se do outro. Inevitavelmente medidas terão de ser tomadas mas a lógica que as subjaz é viciada. O exemplo deve ser dado a partir de cima e não começar por baixo.
Se cortassem as gorduras da máquina estatal, certamente não seriam necessários os sacrifícios das classes baixa e média.
Portugal tem de escolher, de forma certeira, as medidas a aplicar. Senão vejamos: a população está envelhecida mas não há incentivos à natalidade; a segurança social tem de pagar muitas pensões e apoios sociais, no entanto, se se apostasse no emprego, mais pessoas trabalhariam e, por conseguinte, contribuiriam para a segurança social. Também os apoios reduziriam dado que, estando as pessoas empregues, não necessitariam de subsídios de desemprego ou rendimentos sociais.
Os jovens são os mais atingidos pelo flagelo do desemprego; altamente qualificados, nada mais resta senão trabalhar numa loja ou caixa de supermercado. E caso não estejam satisfeitos, a porta da "rua" é a serventia da casa...Não conseguindo aqui emprego, emigram. Esta é a máxima de "quem está mal, muda-se". 
Não é solução, devemos ficar e lutar pelos nossos direitos. Por isso, fiquei maravilhada com a manifestação que aconteceu, faz hoje, exactamente, uma semana. O povo saiu à rua e mostrou o seu descontentamento.
Dessa manifestação deveria resultar um exame minucioso à consciência dos que governam o nosso país.
Aguardo ansiosamente por isso ou...será que já não têm consciência?